"> Emanoel Pinheiro promete que não haverá reajuste de preço na tarifa de ônibus – CanalMT
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Emanoel Pinheiro promete que não haverá reajuste de preço na tarifa de ônibus

Sávio Saviola

O prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (PMDB) prometeu que não vai autorizar o reajuste da tarifa do transporte neste ano.

A declaração foi dada durante discurso na solenidade de abertura dos trabalhos da Câmara Municipal realizada na manhã desta quinta-feira (2).

“O momento é de austeridade nas contas públicas do município e o cidadão não pode pagar caro por um sistema deficiente e caro”, disse.

Atualmente, a tarifa do transporte coletivo em Cuiabá custa R$ 3,60 e os empresários do setor reivindicam aumento para R$ 4,20.

“Não haverá reajuste da tarifa. O preço já custa muito caro ao cidadão. Se a União, Estado e município pregam medidas de economia não podemos aumentar um serviço essencial ao cidadão e sacrificá-lo em suas contas”, afirmou.

Os empresários alegam que o reajuste serve para cobrir perdas inflacionárias, aumentos nos preços dos combustíveis, de peças e de gastos com pessoal.

Os seguidos reajustes são criticados por movimentos sociais. Isso porque as empresas incluem na planilha até mesmo gastos com cobradores de ônibus, função já inexistente, para reivindicar aumento na tarifa.

O último aumento da tarifa do transporte coletivo em Cuiabá ocorreu no ano passado. Na ocasião o ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (PSB) autorizou o reajuste da tarifa de R$ 3,10 para R$ 3,60.

“O momento é de austeridade nas contas públicas do município e o cidadão não pode pagar caro por um sistema deficiente e caro”, disse.

Atualmente, a tarifa do transporte coletivo em Cuiabá custa R$ 3,60 e os empresários do setor reivindicam aumento para R$ 4,20.

“Não haverá reajuste da tarifa. O preço já custa muito caro ao cidadão. Se a União, Estado e município pregam medidas de economia não podemos aumentar um serviço essencial ao cidadão e sacrificá-lo em suas contas”, afirmou.

Os empresários reivindicam a cada ano o aumento da tarifa do transporte coletivo para cobrir perdas inflacionárias em razão do aumento nos preços dos combustíveis, de peças e de gastos com pessoal.

Esses reajustes anuais são criticados por movimentos sociais por não obedecer critérios técnicos. Isso porque as empresas incluem na planilha até mesmo gastos com cobradores de ônibus, função já inexistente, para reivindicar aumento na tarifa.

O último aumento da tarifa do transporte coletivo em Cuiabá ocorreu no ano passado. Na ocasião o ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (PSB) autorizou o reajuste da tarifa de R$ 3,10 para R$ 3,60.


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