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Vereador Juca do Guaraná entrega imagens e nega que “testemunha de Abílio” tenha entrado em sua casa em Cuiabá

Da Redação Giovane Junior

O vereador Juca do Guaraná Filho (Avante) protocolou na manhã desta segunda-feira (02), na Câmara Municipal de Cuiabá, uma declaração que será encaminhada à Comissão de Ética do parlamento, onde a servidora Claudia de Almeida Costa, afirma que não esteve no condomínio onde o vereador reside na região do Coxipó. O parlamentar também protocolou o registro de imagens entre as datas de 21 e 22 do mês onde não consta à entrada da servidora pública Elizabete Maria de Almeida, que denunciou que numa festa da casa do parlamentar o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) estaria oferecendo dinheiro para que se fosse cassado o mandato do vereador Abílio Brunini (PSC).

Elizabete alega que teria registrado imagens. A denúncia dela gerou uma crise institucional em que o prefeito Emanuel Pinheiro apontou hoje um suposto uso político da Polícia Civil para prejudicá-lo politicamente.

Na declaração, a servidora Cláudia também ressalta que não ofereceu, nem custeou modalidade de transporte à Elizabete Maria. Cláudia também afirma que se recolheu em sua residência, no dia 21, por volta das 20h15, tendo deixado sua casa somente no dia 22, por volta das 19h09.

Elizabete, servidora do Hospital São Benedito, denunciou ter recebido ordens de Cláudia, para estar no condomínio do vereador Juca, onde segundo a denunciante estava sendo armadas ações contra o vereador Abílio Junior (PSC), que passa por um processo de cassação de mandato na Comissão de Ética e Decoro Parlamentar. “Estou muito tranquilo, moro em um condomínio, com grande aparato de segurança, minha casa sempre está de portas abertas para familiares e amigos, tudo com extrema segurança. Uma coisa eu tenho absoluta certeza nunca vi esta pessoa, que levantou tal acusação. Esta declaração só reafirma o que está nas imagens’, disse o parlamentar.

Juca acredita que a acusação é uma ação desesperada do Vereador Abílio em produzir uma cortina de fumaça para cessar os efeitos da Comissão Processante. O parlamentar fez o pedido para ser ouvido no Grupo de Atuação Especial Contra Crime Organizado (Gaeco) e na Delegacia Especializada em Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (DEFAZ).

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