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Reforma na praça da República esta parada por falta de autorização

Ana Flávia do GD

Há pelo menos um mês, quem passa pela Praça da República, na região central de Cuiabá, percebe um amontoado de pedras portuguesas retiradas do chão, que está metade em cimento e outra metade em terra. Isto porque a obra de revitalização foi interrompida devido à falta de autorização do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Conforme explicou a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, o que faltava para a continuidade da obra era a definição dos pisos na praça. Decidiu-se então colocar tijolos na frente dos Correios, restaurar as pedras portuguesas e colocar granito no canteiro central.

 

A estimativa é que se mantenham as características originais da praça, inaugurada em 1922. Apesar da previsão de entrega ser em meados de março de 2020, até terça-feira (3), mesmo com a autorização do Iphan, a obra ainda não havia sido retomada, a prefeitura de Cuiabá trabalha em revitalizações das praças públicas para, depois, concedê-las à iniciativa privada. Concessão está prevista na Lei Municipal Nº 6.823, de nome “Adote uma praça”.

Empresários podem apresentar proposta e, quem sugerir maior valor, ganha o direito de utilizar do ambiente pelo prazo de até 10 anos. Há a possibilidade, inclusive, de um único empresário, a depender da proposta, ter o direito de utilizar de todo o espaço e relocar para empresários menores.


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