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Conflitos entre os delegados afetam inquéritos da grampolândia pantaneira

Pablo Rodrigo do GD

Crise. Essa é a palavra para descrever a relação entre as delegadas e o delegado responsáveis pelas investigações das interceptações telefônicas clandestinas realizadas entre 2014 e 2015 em Mato Grosso. Possíveis substituições não estão descartadas.

Conforme apurado pela reportagem, o clima entre o delegado Rafael Scatalon e as delegadas Jannira Laranjeira Siqueira Moura e Luciana Batista Canaverde não é dos melhores e vêm dificultando o andamento dos 9 inquéritos policiais que apuram os crimes de arapongagem.

Nos bastidores, a dificuldade se deve ao fato de um dos responsáveis pela investigação ter tido uma relação próxima de um dos investigados, e, mesmo assim, não considerar tal fato seja motivo de suspeição.

A crise já foi comunicada ao Judiciário e possíveis substituições de delegados poderão ocorrer nos próximos dias. Na última semana, um pedido para prorrogação do prazo para a conclusão dos inquéritos foi solicitada pelos delegados. Entre os inquéritos apurados pelos delegados está a possível participação do ex-governador Pedro Taques (PSDB) como mandante e financiador do esquema de monitoramento de adversários políticos e desafetos pessoais do núcleo duro de seu governo.


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