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RGA: Deputada Janaina Riva elogia proposta do governo

FolhaMax

A deputada Janaína Riva defendeu, nesta quarta-feira (7), uma maior transparência do governo do Estado na prestação de contas junto aos servidores, em especial aos profissionais da educação. Esta medida poderia de maneira clara demonstrar a real capacidade do Estado, que alega não ter recursos para conceder aumento aos servidores e também porque a Lei de Responsabilidade Fiscal com a folha de pagamento prevê o limite de 49% e já se encontra estourada, chegando a 58%.

Na terça-feira, o Fórum Sindical avaliou a proposta do governo para acabar com a greve de parte da categoria da Educação, iniciada no dia 27 de maio. De acordo com o representantes do fórum, Oscarlino Alves, a proposta apresentada foi considerada “obscura e não houve nenhum avanço”. O Fórum, que citou a falta de transparência nas contas, vai agendar uma audiência com o governador Mauro Mendes.

O Sintep-MT (Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso) entende também que é essencial reuniões com as secretarias de Fazenda e de Planejamento e Gestão para que seja apresentada a situação fiscal do Estado, conforme acordado em uma reunião mediada pela desembargadora Maria Erotides Kneip.

Para Janaína, a transparência pode ser aumentada com o governador Mauro Mendes mostrando as  contas, de modo que se possa fazer um cálculo em cima da proposta apresentada. Ela contou que o deputado Valmir Moretto apresentou uma sugestão, que ela achou uma boa ideia, que se convide o Sintep para que acompanhe a prestação de contas junto com os deputados.

“Seria bom, porque o governo leva informações referentes à saúde, segurança, fazenda, enfim, sobre todas as áreas do Estado e eles [servidores] poderiam acompanhar com os deputados, que poderiam reforçar com informações extras, que eles venham a requerer naquele momento”, disse a deputada, durante entrevista no Jornal do Meio Dia, da TV Vila Real.

Sobre a proposta do governador Mauro Mendes, que foi debatida pelo Fórum Sindical, Janaina disse que ele foi convencido a fazer mais uma proposta, só que não saiu daquilo que ele também gostaria de fazer. “Ele não  abriu mão, por exemplo dos 49 por cento da Lei de Responsabilidade Fiscal, que era um dos argumentos que ele sempre defendeu desde o inicio da greve”.

A preocupação, segundo Janaína, é que o Fórum Sindical, que representa diversas categorias de servidores, decida por entrar em greve. “Porque são duas situações: o aumento real é apenas dos professores e a RGA [Revisão Geral Anual]  atende de todos os servidores públicos estaduais”.


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