Louafi Larbi/Reuters

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G1

Sete combatentes da aliança curda-árabe morreram e três ficaram feridos em um ataque em Manbij, no norte da Síria, na noite de segunda-feira (25). O grupo do Estado Islâmico (EI) reivindicou a ação. O Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH) confirmou este balanço.

Este é o primeiro ataque do grupo terrorista contra as Forças Democráticas Sírias (FDS), uma aliança curdo-árabe apoiadas pelos Estados Unidos, que no sábado (23) anunciou que o “califado” havia sido eliminado.

“As Forças Democráticas Sírias declaram a eliminação total do suposto califado e uma derrota territorial de 100% do Estado Islâmico”, afirmou um porta-voz das FDS, Mustefa Bali, em um comunicado.

Porém, mesmo sem território sob seu domínio, o grupo extremista ainda tem milhares de combatentes na região.

“Depois da vitória contra o EI, entramos na era das células adormecidas. Essas células são ativadas para realizar ataques, mas vamos por fim às suas operações”, declarou à AFP o porta-voz do Conselho Militar de Manbij, Sherfan Darwich.

O ataque desta segunda-feira é o pior a atingir Manbij desde o ataque reivindicado pelo grupo em janeiro, no qual morreram 19 pessoas, quatro delas americanos da coalizão antijihadista, segundo o diretor do OSDH, Rami Abdel Rahman.


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