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Após cobrança de vereador Prefeitura de Cuiabá abre licitação para obras na Saúde

Da Redação

A Prefeitura de Cuiabá abriu licitação para que seja contratada uma empresa para dar continuidade às obras nas unidades de saúde que estão paralisadas ou inacabadas na Capital. A medida atende a uma cobrança feita pelo vereador Marcelo Bussiki (PSB), que têm vistoriado as unidades de saúde em seu projeto Blitz na Saúde.

O projeto foi criado por Bussiki para fiscalizar os contratos na Saúde e suas respectivas obras e cobrar sua conclusão junto à Prefeitura de Cuiabá e órgãos de controle, como o Tribunal de Contas do Estado (TCE) e da União (TCU).

Após a cobrança, a prefeitura marcou para esta sexta-feira (8) a licitação para a reforma de seis unidades de saúde. Entre elas, as Unidades Básicas de Saúde (UBS) dos bairros Real Parque e Jardim Passaredo, que foram alvos de fiscalização de Bussiki.

Também deverão ser reformadas as unidades dos bairros CPA IV, Jardim Imperial, Jardim Umuarama/Doutor Fábio e Terezinha Ilza Pagot, segundo o edital de abertura da licitação.

Para Bussiki, a retomada das obras é uma medida que já deveria ter sido adotada pela prefeitura há algum tempo, em razão da situação das unidades de saúde, cujas obras estão abandonadas e com o matagal tomando conta da estrutura construída.

“Na unidade do Real Parque, várias árvores cresceram dentro da construção, tal é o tempo do abandono. No Jardim Passaredo, a obra virou ponto de uso de droga. Um descaso e desperdício do dinheiro público, pois houve o investimento nos locais que foram largados a ermo”, afirmou.

Bussiki lembrou ainda que o abandono das obras causa prejuízo não apenas financeiro à administração pública, mas também à saúde e segurança da população, que deixa de receber o atendimento médico e pode se torna abrigo para morador de rua e usuários de drogas.

“No Jardim Passaredo, por exemplo, encontramos vários pertences pessoais de moradores de rua, muita sujeira, além de uma pichação do Comando Vermelho nos vidros da unidade. A obra também acumula água, que virou criadouro de sapos, animais peçonhentos, além do mosquito transmissor da dengue. Uma situação de total abandono público e um perigo para a comunidade”, assegurou.

Com a licitação já marcada, Bussiki afirmou que vai acompanhar todo o processo de escolha da empresa, bem como a retomada das obras até a entrega à população. “Não podemos nos omitir de fiscalização e acompanhar cada passo da licitação para garantir que essas unidades de saúde sejam devidamente entregues e dentro do prazo estabelecido. A população desses bairros já cansou de tanta espera”, encerrou.


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