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Taques promete voltar pagar salários dentro do mês em 2019

TVCA

Candidato à reeleição, o governador de Mato Grosso, Pedro Taques (PSDB) afirmou, durante entrevista ao MT1 nesta quarta-feira (12), que, se reeleito, pretende quitar a folha de pagamento do funcionalismo público em dia. Desde 2016, os salários dos servidores estão sendo pagos no dia 10 do mês seguinte.

Pedro Taques foi o terceiro a participar da rodada de entrevistas feita pela TV Centro América, afiliada da Rede Globo, com os candidatos ao governo estadual. Na segunda-feira (10), o entrevistado foi Mauro Mendes, do DEM, e, na terça-feira (11), Arthur Nogueira (Rede).

As entrevistas seguem até sexta-feira (14). Pedro Taques é ex-procurador da República, ex-senador e, em 2014, foi eleito governador.

Durante a entrevista, o candidato apontou a falta de recursos como causa dos problemas da saúde no estado. “Faltaram mais recursos financeiros para a saúde. Vamos começar pelos hospitais filantrópicos, o meu governo foi o único que repassou dinheiro para eles. Quase R$ 22,5 milhões. Agora aprovamos o fundo emergencial e resolvemos o déficit dos filantrópicos. O Hospital Regional de Sinop está em reforma e o Hospital Regional de Rondonópolis também. A saúde ainda não está como desejamos, quero dizer isso. Mas a saúde combateu a corrupção, tem mais organização e tem continuidade. Não podemos zerar a saúde novamente e temos que seguir em frente”, declarou.

Pedro Taques também se desculpou pelos atrasos de salários dos servidores públicos e prometeu antecipar o pagamento gradativamente, até voltar a quitar dentro do mês trabalhado. “Nós pagamos 97% dos servidores no dia 10, dia previsto constitucionalmente. Os outros 3% foram pagos um dia depois. Peço desculpa a esses 3%, porque começamos a processar a folha de pagamento no dia 10, o que gerou um atraso. A partir de janeiro do ano que vem, já teremos condições de começar a recuar um dia para encaixar o salário dentro do mês. Esse é o nosso desejo e estamos trabalhando muito para isso”, afirmou.

VLT

Questionado sobre o futuro do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), previsto para a Copa do Mundo de 2014, o candidato afirmou que só deve investir dinheiro no modal quando as questões jurídicas relacionadas à obra estiverem resolvidas. “Quando se começa mal feito, para resolver é muito difícil. Sobre o VLT, já fizemos um chamamento público. Não tem projeto o VLT. Foi o maior erro histórico de Mato Grosso. Em um novo mandato, faremos um processo de manifestação de interesse, que já está em publicação para que as empresas possam buscar e terminar o VLT. Não coloco R$ 1 no VLT enquanto não resolver as questões da Justiça, porque roubaram o dinheiro, receberam o dinheiro da corrupção e não foi a minha administração”, disse.


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