"> Natasha vê ‘desonestidade’ em divulgação de obras e cobra crédito ao governo Lula – CanalMT

Fonte: Gazeta Digital, créditos da imagem: João Vieira

Pré-candidata ao governo de Mato Grosso, a médica Natasha Slhessarenko (PSB) acusou o Executivo de minimizar a participação da União na execução de obras e investimentos realizados no Estado. Em entrevista à imprensa, Slhessarenko afirmou que a forma como os projetos são divulgados ignora as parcerias e “beira a desonestidade”, uma vez que grande parte dos recursos empregados teria origem federal.

A declaração é resposta ao ser questionada sobre a dificuldade enfrentada pelo campo progressista para associar obras e investimentos ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no estado, associado majoritariamente ao campo bolsonarista.

Conforme Natasha, durante visitas ao interior é comum encontrar placas e materiais de divulgação que destacam o governo estadual, enquanto a participação do governo federal aparece de forma reduzida ou sequer é mencionada.

“É muito importante que a gente esteja na linha de frente, falando para a população. A gente vê placas enormes do governo estadual e placas muito pequenas do governo federal, sabendo que é o governo federal que realmente vem investindo grande parte dos recursos”, afirmou.

Ao ser novamente questionada se considerava a prática desonesta, a pré-candidata reforçou a crítica. “Eu acho que chega a beirar desonestidade sim, uma vez que grande parte do dinheiro veio do governo federal”, declarou.

Natasha ainda afirmou que cabe aos parlamentares aliados do presidente Lula divulgar os investimentos federais em Mato Grosso e defender que a população tenha conhecimento sobre a origem dos recursos aplicados em obras de infraestrutura e habitação.

Durante a entrevista, a deputada também criticou administrações identificadas com a direita e defendeu que o eleitor avalie resultados concretos, e não apenas posicionamentos ideológicos.

“Tem aquela pecha: ‘Ah, Mato Grosso é conservador, Mato Grosso é da direita’ e os problemas são tão grandes. Então não tem que ficar se preocupando em questões ideológicas. A gente tem que votar em pessoas e em projetos, com aquelas pessoas que realmente estão envolvidas em resolver o problema da população”, conclui.


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