"> Padre Lazareno já sonhava em ser santo aos 7 anos, relembra amigo – CanalMT

Fonte: Gazeta Digital, créditos da imagem: Chico Ferreira

A trajetória de fé, simplicidade e dedicação do padre Lazareno continua emocionando fiéis e pessoas que conviveram de perto com o sacerdote durante toda sua trajetória . Para quem o conheceu intimamente, a santidade não foi uma característica percebida apenas após sua morte, mas uma marca presente ao longo de toda a sua vida desde a infancia.

“Ele era o evangelho vivo”, conforme o relato do seu melhor amigo Otavio Pivo, em entrevista ao GD na manhã deste sábado (13), durante a beatificação em Jauru (425 km de Cuiabá). Segundo o amigo, a espiritualidade do religioso tinha como pilares a Eucaristia, a celebração da missa, a adoração ao Santíssimo Sacramento, a confissão e os cenáculos marianos, dedicados à consagração a Nossa Senhora e à leitura das mensagens do chamado Livro Azul.

A amizade deles foi construída ao longo dos anos, o que permitiu a Otávio acompanhar de perto a caminhada de fé do sacerdote. “Eu era o melhor amigo dele e ele era meu pai espiritual”. O padre Lazareno sempre foi santo”, afirmou. A convicção sobre a vocação do religioso surgiu ainda na infância.

De acordo com o relato, aos 7 anos de idade, ele escreveu em seu diário uma frase que se tornaria símbolo de sua missão de vida: “Eu quero ser duas coisas na vida: ou ser santo, ou ser santo”. Para aqueles que acompanharam sua história, o desejo infantil se concretizou na forma como conduziu seu ministério e se relacionou com as pessoas. “Ele era um dos santos da Igreja Católica, porque viveu o mandamento de ‘amai-vos uns aos outros como eu vos amei'”, destacou o amigo.


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