O Brasil vive hoje situação: anômala, conflitante, desproporcional e por aí vai; ocasionados, pela utilização de processos pouco ortodoxos, provenientes de alguns poderes constituídos, que desta forma, acabaram invadindo ou sobrepondo a outros poderes.
Desta forma, extirpando de vez o processo democrático tão falado e propalado, acabando assim, com a chamada paridade.
Infelizmente, em nosso país uma frase tornou-se recorrente em todas as classes sociais, “Eu não gosto de política”.
Esta frase continua ecoando em pleno século XXI; mesmo o país vivendo momentos de transformações, com a entrada do novo presidente do nosso país, mesmo assim, as pessoas continuam aleias aos fatos de importância singular em nossas vidas.
Uma delas, a 57ª legislatura do Congresso Nacional; esta legislatura do Senado Federal terá o tempo de duração de 1 de fevereiro de 2023 a 31 de janeiro de 2027. Conta com 81 senadores.
O dia primeiro de fevereiro, será de importância singular para a população brasileira.
Momento em que acontecerá a votação para a presidência do Senado Federal que é uma das casas Legislativas no Congresso Nacional. Sua primeira legislatura, ocorreu em 6 de maio de 1826.
Esta votação é de suma importância para população brasileira, uma vez que o presidente dessa casa de leis, poderá ou não, estabelecer o procedimento para o impedimento de ministros do STF, que é estabelecido na Lei nº 1.079, de 1950, que define os crimes de responsabilidade e regula o processo de julgamento.
Qualquer cidadão pode apresentar um pedido de impeachment à Mesa Diretora do Senado, desde que o ministro-alvo esteja investido no cargo.
O que preocupa os incautos é saber que, desde 2015 até agora, mais de duas dezenas de pedidos de impeachment de ministros do Supremo foram protocolados no Senado Federal, e nenhum deles foi avante por que será?
Esta pergunta não quer calar; a mesma, será dirimida ou não, com a votação para presidência do Senado nesta legislatura, vamos aguardar os acontecimentos.
Mato Grosso, conta com 3 Senadores da República, Carlos Fávaro (PSD), Jaime Campos e Wellington Fagundes (PL). Até ontem o senhor, Carlos Fávaro (PSD), ocupava o staff no governo Lula, na condição de ministro da Agricultura e Pecuária e Abastecimento (Mapa).
Agora, o mesmo será exonerado, para que retorne ao Senado Federal para participar da votação da eleição da Mesa Diretora da Casa; esta é mais uma manobra sórdida, com a tentativa de manter o Pacheco à frente da presidência.
O Brasil hoje, quase que por aclamação, repudia veementemente a reeleição do senador Rodrigo Otávio Soares Pacheco conhecido popularmente como (Pacheco), o maior ‘engavetador’ de processos da história do Brasil.
Não vamos esperar que aconteça, como aconteceu com o processo mais antigo da República, a ação movida pela Princesa Isabel contra a União chegou ao fim após 124 anos.
Por conseguinte, para nós reles mortais; só nos resta apelar pela sensibilidade e patriotismo dos senadores eleitos por Mato Grosso; que os mesmos respeitem cada voto a eles depositados, e votem a favor da população cuiabana e mato-grossense, que está avida por mudanças.
O primeiro senador Welington Fagundes (PL), sinalizou votar no Rogério Marinho (PL-RN), felizmente, ele está honrando a votação expressiva que obteve para o senado.
O segundo senador Jaime Campos (União Brasil), figura na lista dos indecisos, sabemos que os meandros da política são extremamente mutáveis por n motivos, os quais, não poderemos mencionar.
Porém, em nome da população cuiabana e mato-grossense, guardando a memória do seu saudoso pai, Júlio Domingos de Campos conhecido carinhosamente como seo Fiot, nascido na Fazenda Caninana, na divisa de Várzea Grande com Nossa Senhora do Livramento, em 9 de janeiro de 1917.
Homem de palavra, integro, honesto, corajoso, generoso, provedor de uma prole numerosa, teve sucesso inconteste como empresário, e um enorme legado político. (Vou pausar, pois essa história de vida é longa e movida por muito amor, carinho e religiosidade).
A família Campos, com os senhores Júlio José de Campos e Jaime Veríssimo Campos; estes herdaram o viés político do pai.
Ambos, sempre foram ligados, ao proprietário do antigo Armazém Pereira, hoje Casa Pereira em Várzea Grande, seu proprietário, o senhor José Pereira Leite.
Conhecido popularmente como José de Belita, ele é meu tio e tenho maior orgulho disso, por se tratar de um homem integro, honesto, ordeiro, trabalhador e extremamente religioso, ele sempre me disse, que o senador Jaime Campos, sempre frequentou o seu estabelecimento comercial, para tomar um cafezinho e papear.
Em função de tudo que foi dito, gostaríamos imensamente, que o excelentíssimo senhor Senador Jaime Campos, votasse em alguém voltado aos interesses do nosso país, alguém que possa agir com paridade e destreza, em suas ações.
Sei que serei taxado de louco ou coisa que o valha, porém jamais deixarei de exercer o papel de cidadão brasileiro, que não tem rabo preso com ninguém, e que ama imensamente o seu país.
Pacheco não
Professor Licio Antonio Malheiros é geógrafo