"> “Perdeu mané, não amola” – CanalMT
Licio Antonio

“Perdeu mané, não amola”

Opinar, ou pensar de forma diferenciada em nosso país, tornou-se algo, humanamente impossível, pois algumas pessoas distorcem e mudam as nossas falas; levados pelo sentimento de: ódio, rancor, bestialidade, falta de caráter, e o que é pior, se escondendo atrás de pseudônimos tecendo duras críticas a quem tem coragem de dizer o que pensa, independentemente de se tratar de um magistrado, de um presidente, ou coisa que o valha.

Existem alguns fãs anônimos, que tecem duras críticas a minha pessoa com comentários esdrúxulos, vergonhosos e imorais, como forma de intimidação, ou mesmo, demonstração de falta de caráter, achando que irão me calar, não me calarão, pois não sou bandido, não roubei o país, muito menos, apoiei “ditaduras de esquerda” e jamais apoiarei.

Porém respeito as pessoas que tem   seus ladrões de estimação, as que apoiam a cleptocracia e por aí vai.

Portanto, essas pessoas não irão me calar, pois   sou igual a massa de pão, quanto mais me batem mais cresço, até porque, não tenho rabo preso com ninguém, sempre trabalhei honestamente dando aulas,  ganhando salários ínfimos, mesmo assim, sustentei a minha família oferecendo-lhes o mínimo necessário para sobrevivência, aos meus filhos, deixei-lhes conhecimento cognitivo através  da educação.

Agora, na condição de cidadão brasileiro; ao deparar-me com situações anômalas, pouco ortodoxas, surreais, vergonhosas, imorais proferidas por  ministros da Suprema Corte, eu não poderia  deixar de fazer valer o meu direito Constitucional, pautado no Art. 220 “A manifestação de pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer  restrição”.

A ida desses ministros para os Estados Unidos, para participar do evento Brazil Conference, tendo como tema central, “O Brasil e o Respeito à Democracia e à Liberdade”.

Algo, que na minha modesta opinião, infelizmente não vem acontecendo em nosso país, em função da falta de paridade por parte de alguns ministros, além da sobreposição de poderes, o sentimento de superpoderes por alguns, um, em especial todos nós o conhecemos bem,  ele, se sente o verdadeiro Deus, usando de figura de linguagem, “cabeça de ovo”.

A reclamação ou cobrança por parte da população brasileira, a este ou aquele ministro, tem que ser aceita e respondida com polidez e carinho, pois são os cidadãos brasileiros comuns que pagam os supersalários desses magistrados que vivem nababescamente.

Fatos recorrentes aconteceram nos EUA, em Nova York nessa ida dos ministros.

Momento em que, o ministro Luís Roberto Barroso do Supremo Tribunal Federal (STF) ao ser abordado por um manifestante   brasileiro; o mesmo lhe faz uma pergunta, não interessa se  a mesma foi elegante ou deselegante, independentemente de qualquer coisa, ele teria no mínimo que responder sem usar   linguagem chula, como foi dita por ele “Perdeu mané, não amola”, salvo engano, essa tipo linguagem é muito usada por bandidos durante a realização de um roubo;  é deprimente ouvir uma frase dessas, dita por um ministro da Suprema Corte. Para os críticos de plantão, não estou criando nenhum factoide.

Professor Licio Antonio Malheiros é geógrafo

 


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