"> Monarquia/República – CanalMT
Licio Antonio Malheiros

Monarquia/República

A chamada em questão, retrata bem o momento em que o mundo está vivendo, com a morte da Rainha Elizabeth II, a monarca britânica mais longeva da história, que passou 70 anos no trono, atravessou crises e guerras e virou ícone popstar, morreu aos 96 anos.

Por se tratar de monarquia, a Inglaterra se tornou um dos países mais poderosos da Europa, a partir do século XVI.

Até hoje a Inglaterra mantém-se como monarquia parlamentarista, é uma das formas de governo existente nos países ocidentais, na qual o monarca exerce a função de Chefe de Estado, sob o controle do Poder Legislativo (Parlamento) e do Poder Executivo (Governo) e tem também, a atuação e funções do próprio monarca.

Em função da importância da rainha Elizabeth II, o seu caixão ficou por um   longo período em, lie in state, que significa, dormir em cerimônia, repousar em cerimônia que é destinado a soberanos.

O caixão fica exposto por um longo prédio, milhares de pessoas fazem filas do lado de fora para poder ver o caixão enquanto passam por ele, para prestar suas homenagens suas despedidas.

Após 11 dias da sua morte; o enterro da rainha Elizabeth II, com o funeral acontecendo hoje às 7h horário de Brasília, reuniu cerda de 2.000 convidados; entre eles, líderes e diplomatas de quase todos os países.

Em especial, o Presidente da República Federativa do Brasil Jair Messias Bolsonaro, que chegou em Londres na manhã de domingo (18).

Da residência oficial do embaixador do Brasil no Reino Unido, Bolsonaro falou para uma multidão de pessoas.

Olhando rapidamente, mas parecia a “orla de Copacabana”, tamanho o número de pessoas que o ovacionaram como verdadeiro popstar.

Grande número de pessoas foram até ali gratuitamente, reverenciar e idolatra o seu ídolo maior, o Presidente Bolsonaro, chamado carinhosamente, de mito.

O grande paradoxo envolvendo a corrida eleitoral no Brasil este ano, fica por conta de alguns institutos de pesquisa que estão brincado de fazer pesquisa.

Nem irei declinar os seus nomes, sob pena de sofrer penalizações, porém o povo brasileiro sabe muito bem quais são  esses institutos aos quais me refiro;  basta acompanhar alguns deles, para  observar as disparidades entre os resultados apresentados; com a realidade.

Porém, não sabemos até quando esses institutos de pesquisas continuarão criando factoides com relação ao percentual apresentado na intenção de votos, para um determinado candidato de esquerda.

Caso continuem divulgando esses dados estapafúrdios até a eleição 2 de outubro, por certo, estarão fadados a passar a maior vergonha. Essa, é a minha modesta opinião.

Professor Licio Antonio Malheiros é geógrafo


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