"> A tecnologia e mídias na Educação Infantil – CanalMT
Ugalina Cezaria da Cruz

A tecnologia e mídias na Educação Infantil

Os quase dois anos de isolamento motivado pela pandemia – de 2020 1aao início deste ano – ,  nos trouxe, claro, dissabores, tristeza e perdas, e forçou empresas e profissionais a buscarem saídas para que a vida continuasse. A principal alternativa foi o emkprego da tecnologia (o uso dos equipamentos de mídia).   –

Bancos criaram aplicativos, empresas deram suporte para que seus trabalhadores e colaboradores cumprissem tarefas de casa, juízes passaram a julgar por teleconferência, e enfim … O que foi prática emergencial se tornou prática comum nos dias de hoje, com a volta da vida “quase” ao normal.

Na educação, principalmente no ensino de base, o uso da tecnologia na educação infantil foi uma das formas que a escola teve para atrair mais alunos e ajudar na produção do ensino. Na teoria, esse meio trouxe, como traz, muitas vantagens para a prática escolar. Na prática, observamos que para muitos alunos da classe social menos abastada e até com muitas dificuldades financeiras, essa alternativa não teve os resultados esperados.

Nos números apresentados após a pandemia e nos dias atuais, verifica-se que milhares e milhares ou até milhões de crianças em todo o País ficaram sem estudar ou a qualidade e produção do ensino foi reduzida. Os mais ricos puderam comprar equipamentos e aparelhos de mídia funcionais, os mais pobres, porém, não tiveram acesso às tecnologias e o prejuízo foi grande.

A maior preocupação com o uso da tecnologia é o fato de mesmo tendo aparelhos como celulares, por exemplo, muitos estudantes moram em localidades onde os sinais da internet são falhos, e as escolas que frequentam também não oferecem acesso às redes [internet]da maneira que seria necessário.

O prefeitos e gestores da educação devem olhar com muita atenção para o fato de que é  comum ver que usar a tecnologia no dia a dia pode ser muito bom, mas tem que ter certos zelos e iniciativas como a de prover a todos os alunos, de forma igual, o acesso às essas tecnologias.

Na educação infantil, por exemplo, ela pode ser posta nas leituras online, criando a sua prática. Além disso, as escolas também podem permitir o uso de celular ou tablet para acesso a programas de educação que dão meios de estudo. Se as crianças não têm, que os gestores encontrem forma de ampliar o benefício.

É sabido que mesmo sem saber ler e escrever, as crianças com menos idade, já estão ligadas ao mundo digital e sabem como aquele sistema age. Esse é o seu mundo, esse é o futuro. Assim, direção das escolas, os administradores e gestores em geral têm a obrigação de estender esses recursos para ensinar os alunos e despertá-lo para o ensino.

Ugalina Cezaria da Cruz é estudante de Tecnologia Educacional


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