"> Atrizes globais, revoltadíssimas – CanalMT
Licio Antonio Malheiros

Atrizes globais, revoltadíssimas

Nunca se viu em um país, tantos contrastes: econômicos, sociais, políticos e por aí vai, como no Brasil, país riquíssimo, de extensão territorial continental, com abundancia em recursos hídricos, com fauna e flora invejáveis, riquezas que poucos países do mundo têm.

Em contra partida, infelizmente existe uma minoria de pessoas, que destoam dos demais no tocante a racionalidade, amor à pátria, amor a família e principalmente amor ao próximo.

A Covid-19, uma doença causada pelo coronavírus, denominado SARS-CoV-2, que apresenta um espectro clinico variando de infecções assintomáticas a quadros graves. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a maioria (cerca de 80%) dos pacientes com Covid-19 podem ser assintomáticos ou oligossintomáticos (poucos sintomas), em contra partida aproximadamente 20% dos casos detectados requer atendimento hospitalar por apresentarem dificuldades respiratórias , dos quais aproximadamente 5% podem necessitar de suporte ventilatório.

Portanto, não somos e nunca seremos negacionistas, quanto a gravidade e letalidade dessa maldita doença, a Covid-19 que não escolhe: religião, classe social, cor da pele, beleza física, poderio econômico e por aí vai.

Agora, as redes sociais nos últimos dias têm mostrado, incongruências, desrespeito, soberba, mau-caratismo, inveja, por parte de atrizes globais, por causa do corte ou diminuição das tetas, através da   Lei Rouanet, por parte do presidente Jair Messias Bolsonaro; as deixando, nervosinhas e estressadas.

Para piorar a situação dessas lindas atrizes, a Secretaria Nacional de Cultura, publicou uma portaria que estipula que “só serão analisadas propostas culturais” cujo local de execução não esteja entre as cidades e municípios com medidas de restrição de circulação, como toque de recolher e lockdown, medida acertadíssima.

Do mesmo time das inconformadas, assim como a atriz Maria Flor, agora entra em cena, outra atriz global  lindíssima, Bruna Marquezine, que surtou também, abrindo sua metralhadora giratória, e a apontou em direção ao presidente da República Jair Bolsonaro, como se o mesmo  fosse uma pessoa qualquer, um colega de profissão  e não um chefe de Estado.

A atriz inconformada vai além e, nas redes sociais, achincalha, avacalha, critica, usa palavras de baixo calão contra um presidente da República do país, no Twitter ela diz “Tem um idiota que a gente vê nas mídias sociais, na imprensa. Vai comprar vacina só se for na casa da tua mãe. Não tem vacina para vender no mundo” e o chama de “Desgraçado”.

Sua acéfala, antes de chamar um presidente da Republica de “Idiota”,  “desgraçado”,  “monstro” e “genocida”, procure se informar melhor, os últimos levantamentos da secretaria de Saúde aponta que 7.941.173 pessoas tomaram  a primeira dose  e 2.611.071 a segunda, num total de mais de 10,5 milhões de doses aplicadas; porém no fundo dessa questão, essa lindinha, está mais preocupada com o corte ou diminuição da Lei  Rouanet, essa é a verdadeira preocupação dela.

Chamar um presidente da República de: “Idiota”,  “desgraçado”,  “monstro” e “genocida”, não se enquadra em atos antidemocráticos, ou, só será considerado quando for dirigido contra a Suprema Corte (STF), pois atos antidemocráticos podem ser entendidos como manifestações (orais, publicadas em redes sociais, proclamadas em protestos, e outras), que se opõem ao regime democrático de direito, às instituições  e a todo e qualquer princípio  assegurado pela Constituição.

Com a palavra, o Supremo Tribunal Federal (STF).

Pare o mundo, quero descer!

Professor Licio Antonio Malheiros é geógrafo


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