Apesar do cenário não ser um dos melhores, o secretário de Saúde, Gilberto Figueiredo, não perdeu a oportunidade de alfinetar o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) durante a live dessa terça-feira (9) ao responder um questionamento sobre a testagem em massa na população mato-grossense Dessa vez, o motivo foi o contrato firmado entre a Prefeitura de Cuiabá e a empresa Feafro Corporation – Trading Comércio, Importação e Exportação Ltda, que entregaria testes rápidos de Covid-19 ao município.
A aquisição acabou sendo cancelada porque a empresa tinha como ramo de comercialização produtos de sexs shops, peruca, artigos funerários e outras dezenas, menos algo relacionado a saúde. Ao sanar a questão pela milésima vez, o chefe da saúde disse que o Estado não vai gastar e nem sequer vai correr o risco de fazer esse tipo de aquisição polêmica. “Já achamos teste de R$ 20 a R$ 200. Mesmo assim, aqueles que tem a pronta entrega são arriscados. E está aí os escândalos que estão acontecendo no Brasil a fora. Aqui mesmo em Cuiabá tinha gente comprando teste de uma empresa de sex shop e teve que suspender contrato. Então você imagina o risco disso”, disparou.
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